Nossa Proposta
O governo brasileiro tem consciência de que a educação e o trabalho são importantes fatores de desenvolvimento econômico e social, e de combate à pobreza. Uma de suas maiores preocupações é a criação de oportunidades de trabalho para a população brasileira.
Nessa perspectiva, vem desenvolvendo políticas que elevem o nível de escolarização da população, uma vez que o mercado de trabalho exige níveis crescentes de educação global.
A questão da acessibilidade da pessoa deficiente a esse mercado é fato consolidado na legislação e nas políticas sociais. Hoje, as empresas têm o compromisso legal e social de incluir essa pessoa no seu quadro de funcionários, na proporção direta do número de funcionários existentes.
Para que a legislação possa ser atendida de forma mais efetiva, o poder executivo redimensionou a grade operacional do Ministérios da Educação e do Trabalho, destinando recursos financeiros para a inclusão social da pessoa portadora de deficiência.
No entanto, apesar de todo esforço governamental, é incontestável que os programas oficiais estão aquém da necessidade. Tal fato implica no estabelecimento de alianças estratégicas que possam atender às exigências do mercado.
Inúmeros cursos profissionalizantes estão acontecendo em todo país, mas muitos, talvez a maioria, descentralizados do mercado de trabalho. Assim, as empresas alardeiam que não contratam pessoas deficientes pela inexistência de mão-de-obra qualificada.
A proposta da Acessibilidade Brasil é definir e desenvolver um programa de qualificação profissional para o deficiente, bem como assessorar as empresas no cumprimento da legislação brasileira, no que diz respeito à sua colocação profissional.
Dessa forma, não só serão resgatados seu valor econômico, como também seu relacionamento com as empresas envolvidas. Para viabilizar essa proposta, brevemente estaremos lançando um Banco de dados de talentos integrado com as demandas empresariais e voltado para as pessoas portadoras de deficiência.